CIMES Construtora

Pilares Cimes

Sobre

Os Pilares CIMES são uma forma de reconhecer e celebrar as pessoas que constroem, todos os dias, a estrutura e a base do nosso crescimento. Mais do que cargos ou funções, são profissionais que refletem, na prática, os valores que nos sustentam. Histórias essenciais e cheias de significado, de colaboradores que fortalecem nossa jornada com trabalho, constância, dedicação e excelência.

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Rafaela: essência técnica e olhar sensível

Rafaela Karen Espíndola da Silva não apenas trabalha na CIMES; ela literalmente cresceu entre as obras e projetos que ajudaram a moldar a identidade da empresa. Filha do fundador Mauri Espíndola, traz no sangue a paixão pela construção e a responsabilidade de fortalecer um legado que ajuda a construir diariamente. Sua trajetória começou oficialmente em 2009, ainda como estagiária, e o marco de sua transição para engenheira civil veio em 2012, com a entrega do primeiro empreendimento da CIMES, o Acqua di Mare.

Definir Rafaela em um único cargo é uma tarefa difícil, devido ao seu envolvimento em diversas frentes. Ela é a engenheira que transita com naturalidade entre a técnica do canteiro de obras e as áreas de marketing, comunicação e eventos, sempre cheia de ideias e inspirações. Rafaela participa ativamente desde o estudo inicial dos projetos, em processos colaborativos, passando pela escolha dos nomes dos edifícios até a formatação das áreas comuns, cuidando de detalhes que garantem a unidade de imagem e a essência da empresa.

Sua marca registrada é o que ela define como uma “engenharia humanizada”. Especialmente após a maternidade, Rafaela aprimorou seu olhar para o uso real dos espaços, priorizando áreas de convivência social que valorizem a vida em comunidade e o bem-estar das crianças. Para ela, construir vai muito além de erguer edifícios: é criar vínculos, valorizar pessoas e colocar um toque de carinho e amor, transitando entre técnica, sensibilidade, estratégia e afeto.

Essa filosofia reflete-se em sua postura comunicativa e acessível. No dia a dia, ela mantém uma cultura de portas abertas e escuta ativa, o que encurta as distâncias entre a diretoria e a equipe. Tanto que, para muitos colaboradores, não é tratada com formalidade, mas simplesmente como a “Rafa”. Versátil e sem medo de “carregar pedra”, como ela mesma diz, Rafaela se adapta a qualquer desafio, focando agora no projeto Manhattan, que considera um cartão-postal e o símbolo de uma nova fase de grandiosidade para a CIMES.

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Rosângela: a presença firme que sustenta e conecta a essência da CIMES

Rosângela Espíndola é reconhecida como um dos pilares centrais da CIMES, atuando como a força que sustenta, conecta e mantém a estrutura da empresa firme ao longo do tempo. Diretora administrativa e financeira, sua trajetória se confunde com a própria história da construtora, somando três décadas de dedicação ao setor. Ao lado do fundador Mauri Espíndola, seu marido, construiu uma parceria baseada na confiança e em uma visão de longo prazo, desenvolvida no dia a dia da prática, antes mesmo dos títulos e cargos.

Sua jornada é marcada pela determinação de quem aprendeu fazendo. Rosângela iniciou na construção civil em 1995, em uma época de processos manuais, quando até curso de datilografia era necessário. Demonstrando coragem ao retomar os estudos, concluiu o ensino médio conciliando a faculdade com a gestão do lar, o trabalho e a maternidade, com as duas filhas ainda pequenas. Com o tempo, buscou embasamento teórico para a experiência que já possuía, por meio de diversos cursos de gestão junto à AEMFLO, e ingressou na faculdade, formando-se em Administração pela Univali, em 2007.

Na CIMES, Rosângela exerce seu papel com autonomia e profundo comprometimento com o futuro da marca. Embora atue de forma firme nas áreas administrativa e financeira, sua presença é constante em quase todas as etapas de um empreendimento. Ela participa desde a análise do terreno e aprovação do projeto até a fase de acabamentos das áreas comuns, eventos de entrega e o pós-entrega.

Para ela, construir carrega uma dimensão afetiva profunda. Rosângela costuma usar uma analogia sensível: cada obra é como um filho que nasce, cresce, ganha forma e, após a entrega, segue sua própria vida. É esse zelo e senso de responsabilidade que sustentam os valores de seriedade e excelência da empresa. Com o mesmo entusiasmo de quando começou, ela segue firme no propósito de ver a CIMES alcançar os patamares sonhados, administrando com a precisão de quem entende que a “roda” da empresa e do lar precisa girar com equilíbrio e amor.

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Daniel: um trabalho silencioso, técnico e essencial

Daniel Cristiano Alves Lima ingressou na CIMES como ajudante, em março de 2010. Em apenas seis meses, assumiu o cargo de encanador, função que abraçou de imediato. Passados 15 anos, não pensa em exercer outra atividade.

Começou cedo na construção civil, aos 18 anos, e hoje, aos 46, acumula ampla experiência. Daniel conhece bem a relevância do seu trabalho. Da drenagem à inspeção final, o serviço do encanador é aquilo que quase ninguém vê, mas que sustenta o funcionamento de todo o edifício, um trabalho silencioso, técnico e essencial. “Se errar a ligação de um cano, na hora do habite-se dá problema”, explica. Orgulhoso, completa: “Graças a Deus, as obras que eu ajudei a fazer nunca foram embargadas”.

Natural de Lages, mudou-se ainda jovem para Biguaçu com alguns parentes, trocando a vida na roça pela construção civil. Aprendeu observando, prestando atenção no que os outros faziam e colocando a mão na massa. É do tempo em que as valas eram abertas no braço e o concreto precisava ser quebrado à marretada. “Hoje em dia está mais fácil de trabalhar por causa das máquinas”, reconhece.

Além de executar, Daniel ensina. Treina os mais novos, compartilha conhecimento e tenta manter viva uma profissão que exige esforço, atenção e compromisso, mesmo em um tempo em que nem todos querem esse tipo de trabalho. Apesar da modernização do setor, ele conta que é difícil encontrar jovens comprometidos.

Daniel é um profissional que sabe que cada cano no lugar certo evita muitos problemas lá na frente e isso vale para a obra e para a vida. Ao contrário da maioria dos colegas, não pretende construir a própria casa, pois prefere morar de aluguel. “Dá menos trabalho. Assim, se acontecer alguma coisa comigo, ninguém fica brigando”, diz, com pragmatismo. No endereço atual, vive há oito anos. “Eu não gosto de mudanças”, argumenta.

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Fabiano: referência construída no trabalho e no respeito

Fabiano Valdir Martins trabalha na CIMES desde o início da empresa. São 15 anos acompanhando de perto o crescimento da construtora e liderando equipes desde o primeiro empreendimento. Aos 42 anos, carrega uma trajetória que começou ainda antes da maioridade. “Minha vida é a construção civil desde muito cedo”, resume. Foi ajudante de obras, tornou-se pedreiro e, ao chegar à CIMES, já assumiu responsabilidades. Mauri Espíndola, fundador da empresa, fez uma aposta e acertou. Fabiano assumiu como mestre de obras, ajudou a montar equipes, formar pessoas e organizar processos.

“A gente já sabia bastante coisa, mas aprendeu muito ao longo do caminho, com os outros também”, conta. Para ele, ser mestre vai muito além da técnica. É gestão, é lidar com pessoas, é equilibrar o profissional e o humano. Fabiano lidera equipes grandes, que hoje ultrapassam uma centena de trabalhadores. Conhece cada um pelo nome, circula o dia inteiro pela obra, acompanha, orienta e resolve conflitos. “Tem gente que precisa só de um bom dia, de uma conversa rápida”, diz. Em um cenário de obras cada vez maiores e mais complexas, ele entende que o maior desafio não é o concreto, mas as pessoas.

A base da equipe, segundo ele, é forte porque foi construída com valores claros: confiança, respeito e compromisso. “Cada um precisa saber o seu papel, vestir a camisa e honrar o que foi combinado”, pontua. Não por acaso, muitos profissionais estão há anos ao seu lado. Entre eles, o irmão Josué, que começou como seu ajudante e hoje segue crescendo dentro da empresa.

Fabiano atribui grande parte dessa estabilidade à forma como a CIMES é conduzida. “A receita começa lá em cima”, afirma. Ele destaca a relação de confiança com a direção e o jeito próximo de liderar. “Não é só patrão. É alguém que chega na obra, ajuda, resolve e abraça a causa”, descreve. Para ele, esse apoio foi fundamental para tudo o que construiu até aqui.

Natural de Biguaçu, Fabiano é casado, pai de uma menina de 10 anos e de um bebê de poucos meses. Divide o tempo entre o trabalho e o sítio da família, onde está construindo sua casa. Filho mais velho, cresceu trabalhando desde cedo, ajudando na roça, cuidando dos animais e aprendendo na prática o valor do esforço e da responsabilidade, valores que carrega até hoje. Nunca teve medo de compromisso e confessa que até gosta da correria. Quando para e fica pensativo, é porque a cabeça está a mil, revendo planejamento e cronograma. “Tem dia bom, tem dia difícil. Isso faz parte da vida”, diz, orgulhoso da própria trajetória.

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Fabrício: desde cedo, fazendo a obra ganhar vida

Fabrício do Nascimento chegou à CIMES ainda adolescente, aos 14 anos, pelas mãos do pai, seu Nilo, encanador que já trabalhava com Mauri Espíndola quando ele ainda atuava como eletricista. Hoje, aos 45 anos, Fabrício brinca que é mais velho do que a própria empresa. “Antes mesmo da CIMES existir, eu já estava ali, aprendendo na prática”, conta.

Sem curso formal, tornou-se eletricista no dia a dia, aprendendo com quem entendia do assunto. “Aprendi tudo com o seu Mauri e com o irmão dele”, diz, referindo-se ao “patrão”, como costuma chamá-lo. Em uma família de encanadores, foi ele quem seguiu o caminho da elétrica, uma função que exige atenção, planejamento e muita responsabilidade. “Eu toco tudo pra eles: prédios, manutenção, tudo.”

O trabalho de Fabrício acompanha a obra do início ao fim. Começa ainda na laje, passa pela tubulação, paredes e forros, e chega ao acabamento final, com tomadas, luminárias e quadros elétricos. Ao longo dos anos, viu a profissão evoluir. “Hoje a parte elétrica ficou muito mais complexa. Antes não tinha gesso, agora tem. As mangueiras mudaram, os prédios são mais modernos.” Atualmente, trabalha lado a lado com engenheiros, em obras cada vez mais planejadas e organizadas. “Sou disciplinado e é por isso que estou com eles até hoje. Quero me aposentar aqui.”

Fabrício comanda uma equipe de eletricistas e participa de diversos empreendimentos. O último foi o Belvedere. Agora, atua no Manhattan e já tem o Aspen no horizonte. “A gente começa em um prédio e, antes de acabar, já inicia outro. Vai do começo ao final.” Ele conta, com orgulho, que cria vínculos duradouros com os clientes. “A gente fica pra sempre. Chamam a gente até pra manutenção.”

Com a experiência, o trabalho ficou mais fácil e mais seguro. “Antigamente era tudo na marreta. Hoje tem máquina, furadeira, equipamento. A segurança melhorou muito.” Para ele, a valorização do trabalhador da construção civil também avançou. “Hoje a gente tem uniforme, comida, respeito. Antes, não tinha nada disso.”

Casado, mora em Biguaçu e é pai de uma jovem de 19 anos, que cursa faculdade de Artes Cênicas. Sobre o futuro, Fabrício mantém o bom humor. Diz que o patrão já avisou que não vai “soltar” ele quando chegar a hora da aposentadoria. A única condição que faz questão de impor é não trabalhar na sexta-feira.

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Giselle: o dom de cuidar e o orgulho de crescer junto

Giselle Carpes de Souza Schlindwein parece não ter ingressado na CIMES apenas para trabalhar; ela veio para cuidar. Auxiliar do Departamento Pessoal, faz parte da história da construtora desde janeiro de 2010, acompanhando sua trajetória desde os primeiros passos. Em mais de 15 anos de casa, construiu uma relação de tamanha confiança que hoje se sente parte da própria família dos fundadores.

Sua caminhada profissional é marcada pela dedicação. Nascida em Florianópolis e criada em São José, traz quase dez anos de experiência como vendedora no comércio, onde se destacava entre as colegas. Na mesma época em que a CIMES dava seus primeiros passos, ela também decidiu dar um passo importante na carreira, trocando o balcão da loja pelo escritório da construtora em busca de novos desafios e mais qualidade de vida. À medida que a empresa se expandia, ela crescia junto: passou pela recepção, tornou-se auxiliar administrativa e chegou a se formar como Técnica de Segurança do Trabalho para atuar diretamente nos canteiros de obras. “Eu visto realmente a camiseta”, afirma, sobre sua postura comprometida.

Hoje, Giselle é a responsável pelo Departamento Pessoal, cuidando de toda a parte burocrática, como contratações, folha de pagamento e férias. Mas é na gestão de pessoas que seu talento brilha. Ela se envolve de coração em festas, aniversários e ações de valorização dos colaboradores. Nos canteiros de obras, sua atenção vai além da técnica: acolhe, escuta histórias sobre as famílias e faz questão de que todos se sintam vistos e felizes. Essa dedicação resultou em uma autonomia rara; atualmente, ela possui total liberdade e confiança da diretoria para conduzir sua área.

Um capítulo especial desta história aconteceu em 2022, quando Giselle realizou o sonho de se tornar cliente da CIMES ao adquirir uma unidade no empreendimento Manhattan. Acompanhar a obra do futuro lar é, para ela, um privilégio único. “Hoje, além de funcionária e amiga, eu sou cliente”, celebra.

Aos 45 anos, Giselle divide seu tempo entre a responsabilidade no escritório e a paixão por viajar com o marido. No horizonte, mantém firme o desejo de retomar a faculdade para conquistar seu “canudinho” e oficializar o título de Gestora de Recursos Humanos, consolidando uma trajetória pautada pela gentileza e pelo profissionalismo.

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Josué: da base à liderança

Josué Valdir Martins iniciou sua carreira na CIMES aos 16 anos, como servente. Seguiu os passos do irmão Fabiano, que já trabalhava na construtora. “Eu sempre ajudei meu irmão e aprendi muito com ele”, conta. Um ano e meio depois, tornou-se pedreiro e, passo a passo, foi assumindo novas funções, até alcançar o posto de mestre de obras. Sempre com vontade de aprender, iniciativa e uma regra que funciona como lema: “ficar parado, nunca”.

Na CIMES, Josué revela outros talentos. É artesão, com grande habilidade na marcenaria, e também se destaca na liderança. Mestre nos relacionamentos interpessoais, ele explica seu jeito de conduzir as equipes. “Eu chego com jeito e pergunto: não acha melhor assim? Ou então, dessa maneira não fica melhor?”, conta. Aprendeu a lidar com pessoas no dia a dia, conhecendo o perfil de cada um e tratando todos com respeito, conversa tranquila, orientação firme e muita educação.

Natural de Biguaçu, Josué lembra que, por um período, percorreu os 14 quilômetros entre sua casa e a CIMES de moto. Hoje, utiliza o carro da empresa e também faz o transporte da equipe. “Tudo o que eu tenho hoje, inclusive a minha casa, devo à CIMES”, afirma. Para o futuro, os planos são ter filhos e seguir construindo seu “pé de meia” no sítio da família, onde ele próprio ergue sua residência e casas para aluguel. Apesar da veia empreendedora, pretende continuar na CIMES. “Se Deus quiser, vou me aposentar aqui”, reforça.

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Juvenal: o eterno aprendiz

Juvenal Carvalho da Silva, 33 anos, está na CIMES desde o início da empresa. Natural de Araci, município a cerca de 200 quilômetros de Salvador, na Bahia, chegou a Santa Catarina para passar um tempo e já se passaram 15 anos. Ingressou na construtora como ajudante, por indicação de um primo, e foi aprendendo tudo na prática, no dia a dia da obra.

Sem curso formal, mas com curiosidade, responsabilidade e muita vontade de aprender, foi construindo seu caminho aos poucos. “A gente começa meio que do zero”, reflete. Há cerca de cinco anos, tornou-se encanador, função que abraçou e na qual se especializou, com orgulho do que faz. Como gosta de “aprender um pouquinho de tudo”, pensa em se aprimorar ainda mais como encanador e, talvez, até em outra função, “se Deus der a oportunidade”.

O trabalho de Juvenal, como ele mesmo diz, é “meio escondido”. Fica dentro da parede, debaixo do piso. Não aparece no acabamento final, mas é essencial. Quando tudo funciona bem, ninguém pensa no encanamento; quando dá problema, aparece na hora. E, com Juvenal, o que aparece mesmo é a solução. “Mesmo o nosso trabalho ficando escondido, a gente sabe que participou”, afirma, ao falar das obras das quais fez parte.

Oriundo de uma família numerosa, com 11 irmãos, Juvenal sabe bem o que é ser acolhido e é assim que se sente na CIMES. “A gente se dá bem com todo mundo, inclusive com o patrão. Eles sempre nos tratam bem”, destaca. Para ele, esse clima é um dos motivos que fazem tantas pessoas permanecerem por tanto tempo na empresa. “Eu falo para a minha esposa: eu me sinto bem no meu trabalho. Não é só pelo salário. A gente trabalha e se sente bem, mesmo nos dias mais pesados. Não tem aquele negócio de fazer as coisas sem vontade”, reforça.

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Marcos Antônio: o guardião do tesouro da CIMES

Marcos Antônio Gonçalves da Rosa, 47 anos, é quem cuida do que muitos chamam de “tesouro” da CIMES: o estoque. Desde janeiro de 2011, está à frente do almoxarifado da construtora, garantindo que nada falte para que as obras sigam no ritmo certo. Cimento, parafusos, luvas e ferramentas passam por ele diariamente.

De fala mansa e postura tranquila, Marcos reconhece a responsabilidade que assumiu. “Tenho que chegar no horário, senão ninguém trabalha”, resume, com a simplicidade de quem entende que seu trabalho é o coração logístico da empresa. O peso da função não o assusta. Pelo contrário, ele conduz tudo com uma serenidade que impressiona.

Marcos ingressou na CIMES já como almoxarife, trazendo experiência anterior na construção civil. O que começou como uma oportunidade se transformou em permanência, compromisso e constância. Hoje, mesmo contando eventualmente com o apoio de um estagiário, é ele quem garante que tudo esteja no lugar certo, registrado corretamente no sistema e entregue no tempo exato.

Organização, calma e regularidade são quase marcas registradas. Ele lida diariamente com todos os setores e com os mais diferentes perfis, dos mais tranquilos aos mais apressados, dos pacientes aos mais nervosos, sempre da mesma forma: mantendo a calma. “Tudo passa”, diz, transformando a serenidade em método de trabalho.

Natural de Água Doce, no Meio-Oeste catarinense, mudou-se ainda jovem para São José. Hoje, casado, mora em Biguaçu e vive a realização do sonho da casa própria, construída aos poucos, no ritmo típico de quem é da construção civil, aproveitando fins de semana, férias e cada etapa concluída.

O que mais orgulha Marcos, no entanto, é a relação de confiança construída ao longo desses anos na CIMES, tanto com os colegas quanto com a direção. Pelo apoio que sempre recebeu, resume o sentimento em uma palavra que repete com convicção: gratidão.

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Osmar: quietinho no jeito, gigante na responsabilidade

Osmar Divo de Sousa, ou “Quietinho”, como é conhecido desde que ingressou na CIMES, em 2011, é um homem de poucas palavras, mas sempre “ativo”, como ele próprio se define. Natural do Maranhão, no Nordeste brasileiro, chegou à construtora por indicação do encarregado Vismar. Carpinteiro experiente, colocou seus conhecimentos em prática no Residencial Torres del Paine, entregue em 2014, no bairro Floresta, em São José, Santa Catarina, e não parou mais.

Quietinho no jeito, Osmar é gigante na responsabilidade. É daqueles profissionais raros que acompanham a obra do início à entrega e sabem que, se a caixaria não estiver perfeita, nada mais ficará no lugar.

Ao longo da trajetória, ajudou a construir um ambiente de respeito, segurança e parceria. Gosta da relação com os colegas e com o diretor Mauri Espíndola. “Ele está sempre junto”, resume, em tom de confiança.

Osmar não construiu apenas empreendimentos. Também constituiu família e é pai de um menino de 15 anos, quase o mesmo tempo que tem de empresa. Na CIMES, diz que “está tudo certo”, referindo-se à segurança no trabalho, à qualidade do time e ao ambiente construído ao longo dos anos. Faz questão de reforçar que pretende seguir na construtora até a aposentadoria.

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Vismar: o chefe parceiro

Vismar Paz da Silva fala com orgulho dos seus 15 anos na CIMES Construtora. Começou como carpinteiro e hoje, além de dominar a parte técnica que um bom mestre estrutural precisa conhecer, desenvolveu também uma habilidade essencial: lidar com pessoas. É ele quem comanda a equipe de carpinteiros e, segundo conta, essa é a parte mais desafiadora do trabalho.

“A gente tem que nascer com dom pra isso”, reflete. Para ele, o segredo está na paciência. “A gente tem que entender o lado deles pra eles entenderem o da gente. Não adianta tratar mal as pessoas. Somos seres humanos.” Essa é a receita de Vismar para manter uma equipe em um setor conhecido pelo alto turnover.

Com simplicidade, define-se como um homem com pouco estudo formal. Nunca fez cursos, aprendeu tudo na prática, ao longo dos seus 58 anos de vida. Uma sabedoria construída no dia a dia do canteiro de obras e na convivência com as pessoas.

Vismar chegou à CIMES por indicação e foi ficando. “Quando comecei, fazíamos obras pequenas, com 37 apartamentos. Depois passamos para 120, seguimos esse padrão até chegar no Manhattan, com 250”, conta. Em tom bem-humorado, comenta: “Seu Mauri tem a perna alta”. Orgulhoso, afirma que onde a empresa coloca a mão, o trabalho anda. “Eles têm muita confiança na equipe e muita parceria. A empresa sempre apoiou a gente em tudo, então acho que temos que dedicar sempre o nosso melhor. É pra isso que estamos aqui”, explica.

Vismar se considera uma pessoa de sorte. Saiu da roça com vontade de crescer e, segundo ele, sempre teve oportunidades. “Foi por isso que cheguei onde cheguei. Aos 25 anos, já era mestre de obras.” Natural de Verê, no sudoeste do Paraná, veio para Santa Catarina há 32 anos em busca de emprego e sustento para a família. Começou em Balneário Camboriú como carpinteiro e hoje mora na casa que ele mesmo construiu, em Forquilhas, São José.

Casado há 33 anos, é pai de três filhos, um homem de 24 anos e duas mulheres de 26 e 29, todos contadores. Para o futuro, após a aposentadoria, sonha em comprar um sítio. “Quero voltar para a roça. Não para trabalhar, mas por prazer.”

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